Arquivo do mês de Outubro, 2008

PR2 – As Aldeias das margens do Rio Vizela – 25.10.08

Sábado, 25 de Outubro, 2008


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E já está. Mais um trilho em Fafe.
Todos os trilhos percorridos são excelentes e há que dar os parabéns aos Restauradores da Granja pelo magnífico trabalho.
E por falar em Restauradores apontem nas Vossas agendas o fim de semana de 8 e 9 de Novembro onde Fafe vai ser a capital do Pedestrianismo com o seu Festival de Percursos Pedestres de nome MontesLongos 2008.
Se tudo correr bem contamos estar presentes para fazer a Rota do Maroiço.
Até lá, continuação de boas caminhadas e que Sábado chegue bem depressa.

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Aboim-Lagoa-Gontim-Morgair-Aboim – 18.10.08

Sábado, 18 de Outubro, 2008


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Uma mudança de planos de última hora levou-nos, este Sábado, a Fafe em vez de Viana.

A ideia era fazer o PR7 mas logo percebemos que iríamos terminar cedo demais. Decidimos assim combinar uns traçados de 3 trilhos e um pouco de navegação à vista. Fizemos o PR7 até Lagoa onde apanhamos o PR2 até Gontim. Utilizamos depois a estrada do rali e subimos até ao marco de Morgair. Voltamos atrás e apanhamos o PR3 que desce até Aboim.

Foram um pouco mais de 14kms num percurso agradável.
Venha agora o próximo.

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Corredor Ecológico – 11.10.08

Sábado, 11 de Outubro, 2008


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A tarefa não parecia complicada.
O trajecto era curto mas como é linear teria que ser feito nas duas extensões.
Demos assim saída, em conjunto com o incansável Rafa, pelas 08.34 do Parque da Juventude de Valongo, logo à saída da auto-estrada. O percurso apresentava marcações únicas com uma linha verde pintada no chão na parte que atravessa a cidade, uns ‘mecos’ informativos durante todo o percurso com o respectivo mapa e ‘sinais de trânsito’ que tornaram fácil a tarefa de o seguirmos. Em alturas de bifurcações ou montanha aparecem umas setas verdes pintadas a pincel nas rochas. O passadiço facilitou bastante a progressão e o trilho ladeado com um muro de xisto permitiu um avanço rápido até à Azenha, logo depois da Mina do Fojo.
Entra-se depois numa estrada de paralelo por um par de kms onde se desce, à esquerda, já por caminhos de terra até Couce. À entrada de Couce uns dedos de conversa com um pastor e o que pensamos ser um pato que, esticando o seu pescoço em posição ameaçadora, a nós se dirigiu bufando. Quando perguntámos, ao pastor, quanto pesaria o pato olhou-nos durante uns segundos e respondeu: -’Não é um pato! É um ganso!’.
Estes tipos da cidade… – deverá ter pensado.
Atravessa-se a ponte de Couce e entra-se na encosta oeste da Serra de Pias caminhando ao longo do Rio Ferreira. Na volta, junto ao local onde a Ribeira que vem de Valongo se junto ao Ferreira encontra-se a parte mais difícil do percurso: uma subida de 110metros em pouco mais de 200 metros. A partir daí é só descer até à ponte de Couce, tomando atenção ao pessoal das motas que invadem aqueles trilhos, enfrentar novamente o ‘ganso selvagem’ e efectuar o percurso de volta.
Chegamos ao ponto de partida ainda antes das 15.00.
Deu tempo para ir a casa tomar um banho e ir a Fânzeres ver o hepta campeão derrotar a Nortecoop por 5-1.
Que venha agora, bem depressa, o próximo Sábado.

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PR3 – À Descoberta de Aboim – 04.10.08

Sábado, 4 de Outubro, 2008
PR 3 – À Descoberta de Aboim
Extensão: 15Km
Duração: cerca de 5 horas
Grau de dificuldade: Médio
Localização: Aboim – Fafe
Partida/ Chegada: Largo da Igreja – Aboim

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Álbum de Fotos

Desta vez rumámos a Fafe e juntámo-nos aos caminheiros do Bmcardoso para um passeio pelas cercanias de Aboim. Partimos do Largo da Igreja e num pulo chegou-se ao moinho.
Deixando então Aboim para trás demos com a aldeia de Figueiró do Monte.
Foi com respeito e uma certa dose de incredibilidade que demos com uma aldeia fantasma. Fantasma não pois, em conversa no fim do trilho com o simpático Senhor do café de Aboim, ficamos a saber que tal aldeia tem…2 habitantes. Duas senhoras, irmãs já de idade avançada.

Arrancámos depois para Barbeita onde se iniciou a descida até à Ribeira da Jurada.
E como quando se desce normalmente tem que se subir fizemos uma perninha até à EN onde se utilizou um abrigo de paragem de camionetas para almoçar.
Mais uma subida até Mós e outra, mais puxada, até ao Monte das Lameiras, onde demos de caras com uma manada significativa de cavalos. Lá nos foram olhando desconfiados mas permitiram tirar, a uma curta distância, umas belas fotos.
O fim do planalto foi cortado por uma estrada de terra, provavelmente os acessos ás imensas torres eólicas aí existentes e foi por acaso que demos, escondido no meio da terra que sai do lado esquerdo do estradão, do sinal já bastante apagado que nos guia, por um caminho bastante maltratado pela água das chuvas, até à encosta sul de Aboim com paragem no Penedo que fala.

Terminámos no café de Aboim em amena cavaqueira e acompanhados de um belo fino.
É sempre um prazer caminhar por estas bandas.
De certeza que vamos voltar.

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