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A tarefa não parecia complicada.
O trajecto era curto mas como é linear teria que ser feito nas duas extensões.
Demos assim saÃda, em conjunto com o incansável Rafa, pelas 08.34 do Parque da Juventude de Valongo, logo à saÃda da auto-estrada. O percurso apresentava marcações únicas com uma linha verde pintada no chão na parte que atravessa a cidade, uns ‘mecos’ informativos durante todo o percurso com o respectivo mapa e ‘sinais de trânsito’ que tornaram fácil a tarefa de o seguirmos. Em alturas de bifurcações ou montanha aparecem umas setas verdes pintadas a pincel nas rochas. O passadiço facilitou bastante a progressão e o trilho ladeado com um muro de xisto permitiu um avanço rápido até à Azenha, logo depois da Mina do Fojo.
Entra-se depois numa estrada de paralelo por um par de kms onde se desce, à esquerda, já por caminhos de terra até Couce. À entrada de Couce uns dedos de conversa com um pastor e o que pensamos ser um pato que, esticando o seu pescoço em posição ameaçadora, a nós se dirigiu bufando. Quando perguntámos, ao pastor, quanto pesaria o pato olhou-nos durante uns segundos e respondeu: -’Não é um pato! É um ganso!’.
Estes tipos da cidade… – deverá ter pensado.
Atravessa-se a ponte de Couce e entra-se na encosta oeste da Serra de Pias caminhando ao longo do Rio Ferreira. Na volta, junto ao local onde a Ribeira que vem de Valongo se junto ao Ferreira encontra-se a parte mais difÃcil do percurso: uma subida de 110metros em pouco mais de 200 metros. A partir daà é só descer até à ponte de Couce, tomando atenção ao pessoal das motas que invadem aqueles trilhos, enfrentar novamente o ‘ganso selvagem’ e efectuar o percurso de volta.
Chegamos ao ponto de partida ainda antes das 15.00.
Deu tempo para ir a casa tomar um banho e ir a Fânzeres ver o hepta campeão derrotar a Nortecoop por 5-1.
Que venha agora, bem depressa, o próximo Sábado.
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Etiquetas: Caminhadas 2008, Valongo