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FOTOGRAFIAS
A ventania da noite anterior tinha já deixado o alerta.
Logo após a Portela de Leonte foi possível arrastar uma árvore do meio da estrada mas, na subida para a Hermida, o pinheiro era de tamanho considerável e nem sete pares de braços o conseguiram mover.
Primeira forma, de volta à Portela e ala para cima que se faz tarde.
E, mesmo fora do plano original, valeu a caminhada.
Valeu pela camaradagem. O habitual Rui (que na próxima tem de levar a minha mochila), a Paula, Mário e Paulo (que na próxima estão encarregados dos petiscos), o Zé Moreira (com os seus trilhos no telemóvel) e o Carlos (que aposto que não quer perder a próxima).
Valeu tb. pelo tempo. Um pouco de chuva, um q.b. de granizo, algum sol e… a tão desejada neve.
Três horas para cima, a entrada, nunca igual e sempre diferente das antigas instalações ao som de ‘Tripeiro eu Sou’ (paga de uma promessa antiga), o almoço à sombra do Penedo da Saudade e quase duas horas com visita guiada do Rui.
Vários poços de mina, edifícios de processamento de minério, a grande entrada da mina e o alto e respeitoso edifício da lavaria com vista para a Lamalonga.
Na volta descemos ainda à Represa, sem ponta de gelo mas com ondulação não própria para embarcações e onde a neve apertava com o vento. Magnífico.
Na saida tornou-se complicado tirar a foto de equipa pois as máquinas teimavam em tombar do muro devido ao forte vento que se fazia sentir.
A descida, já com saudades e, cerca de 22Kms e um pouco mais de oito horas depois, a chegada ao ponto de partida.
Quando é a próxima? É já a seguir!

