Arquivo do mês de Dezembro, 2009

A coisa tá preta – IV :: 12.12.09

Sábado, 12 de Dezembro, 2009

50 eram muitos!
Foram os números lançados no éter.
Não seriam mais que as mães, é verdade.
Mas foi um dia em que os montanhistas desceram à cidade e de certeza que não faltavam mães, filhas, filhos e pais.
E embora o lado oposto possa sempre afirmar que não passaram de umas dezenas aponte-se, em cálculo grosseiro, para um par de centenas.

Entre Portugueses e Espanhóis, entre Clubes, Federações, blogues, sites e simples anónimos.
Com mais ou menos atavio, com menos ou mais tarjas o importante foi estar lá.

Quem, salvo correcção, não esteve lá foram os representantes da classe política. Espera-se que talvez ocupados em criar uma qualquer comissão que… deixará tudo como dantes.

Nós por cá aguardaremos futuros desenvolvimentos da coisa.
Não sentados mas por aí. Em qualquer trilho, nas montanhas que são de todos.
Com regras mas sem taxas!
 

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Fafião – Rocalva – Fafião :: 08.12.09

Terça-feira, 8 de Dezembro, 2009

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imagensIMAGENS

   
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palavrasPALAVRAS

   

Agradecimento pronto, publico e merecido à cara-metade.
Libertou-me em pleno feriado de 8 de Dezembro e arcou com o júnior, ainda lesionado.
Um bem-haja para ti.

A ideia era partir de Fafião e chegar à Rocalva pela parte sul.
E vencido o desnível para as proximidades dos Bicos Altos o percurso tornou-se em passeio que apenas pecou pela fraca visibilidade que o nevoeiro teimou em sitiar.
Prova no prado da Rocalva, onde se almoçou em amena cavaqueira (Zé, faltou o teu tinto; Rui e Mário faltou a vossa jeropiga), em que sinal do tal ‘pináculo granítico’ nem no Batalha. Aliás nem dele nem da Roca Negra.

Mas o melhor estava reservado, pela nossa guia, para a volta.
Toca a complicar :-) e rumar a uma tal de Ponte da Matança.
E se a visão do topo era enorme chegar lá foi bastante divertido.
O declive, penso que devido às fortes chuvadas dos dias anteriores, estava cheio de terra solta e troncos caídos.
Mas mais uma vez as mariolas, muitas já cheias de musgo (provavelmente para o presépio do Natal), não nos deixaram ficar mal.
Terminaram mesmo à entrada de tal Ponte, perdida no fundo de uma Corga de nome Carnicente.
Espectacular!!!

E como tudo o que desce tem de subir ala que se faz escuro.
Um último esforço e mais um kilometrozinho, quase sempre à mesma cota, para chegar.
Quando entramos nos arredores de Fafião a iluminação pública acabava de se acender.

Até Sábado, em outras terras, com declives menos elevados mas porém mais, muito mais difíceis de transpor.

p.s. 1 – abraço especial ao Miguel que disponibilizou o track do trilho efectuado.
p.s. 2 – e nada melhor para terminar o dia como uma Bitória do tetra-campeão com 3 secos aos sempre arrogantes da capital Espanhola.

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