IIª Arqueoexpedição às Minas dos Carris :: 30.04 -01.05.10

trackTRACKS
Google (.kmz) EasyGPS (.gpx) Ozi (.plt)
mapa MAPAS
MAPA Perfil Altitudes Relevo em 3D
imagensIMAGENS

Álbum
palavrasPALAVRAS

Só dava para sair do Porto pelas 22.00 mas não foi de hesitar.
O nome de arqueoexpedição soava a complicado mas aproveitamos o convite do ‘homem dos Carris’ e lá fomos subindo o respectivo vale.
E se a ideia (do inevitável homem das ideias) de desligar os frontais parecia divertida foi até bastante fácil fazer o percurso sem eles.
Pena o luar, que recortava os picos no início da Encosta do Sol, ter durado pouco.
Mas como a vontade de chegar e encontrar o pessoal com a ceia à nossa espera era muita, lá fomos.
Assim, com menos ou mais pontapé no mar de pedras que caracteriza o percurso nem o raio da chuva que apareceu lá pelas bandas do Cagarouço nos desanimou.

Surpresa foi a chegada aos Carris.
Da ceia nada. E o único barulho era o resfolegar dos garranos, invisíveis no meio do nevoeiro.
Tava tudo na sorna.
Já dizia o Tône, quando não os consegue vencer, junta-te a eles e vai dai foi um instante para montar ‘a barraca’ beber um chá quente e sonhar (ou seria ressonar?) com o novo dia.
E este nasceu de tenda aberta e acompanhado de umas torradas com manteiga e leite achocolatado quente. Um verdadeiro luxo.

Pena foi o de termos de voltar ainda no Sábado.
Não deu para participar nas actividades programadas. Deu apenas para um passeio prolongado pelo antigo complexo mineiro com recepção, na Lavaria, a um par de caminheiros.
A descida foi rápida com n de grupos que subiam e até um casal de Holandeses que procurava… o suspeito do costume :-) .
Perto da fonte da Abilheira uma asa de lancheira partida no chão e já no alcatrão a confusão do costume.
Uma Super Bock na vila (não tinha bolinhos de bacalhau) e o habitual percurso de volta.
Venha lá a terceira arqueoqualquercoisa.

Etiquetas: , ,

Comentar