|
Só dava para sair do Porto pelas 22.00 mas não foi de hesitar.
O nome de arqueoexpedição soava a complicado mas aproveitamos o convite do ‘homem dos Carris’ e lá fomos subindo o respectivo vale.
E se a ideia (do inevitável homem das ideias) de desligar os frontais parecia divertida foi até bastante fácil fazer o percurso sem eles.
Pena o luar, que recortava os picos no início da Encosta do Sol, ter durado pouco.
Mas como a vontade de chegar e encontrar o pessoal com a ceia à nossa espera era muita, lá fomos.
Assim, com menos ou mais pontapé no mar de pedras que caracteriza o percurso nem o raio da chuva que apareceu lá pelas bandas do Cagarouço nos desanimou.
Surpresa foi a chegada aos Carris.
Da ceia nada. E o único barulho era o resfolegar dos garranos, invisíveis no meio do nevoeiro.
Tava tudo na sorna.
Já dizia o Tône, quando não os consegue vencer, junta-te a eles e vai dai foi um instante para montar ‘a barraca’ beber um chá quente e sonhar (ou seria ressonar?) com o novo dia.
E este nasceu de tenda aberta e acompanhado de umas torradas com manteiga e leite achocolatado quente. Um verdadeiro luxo.
Pena foi o de termos de voltar ainda no Sábado.
Não deu para participar nas actividades programadas. Deu apenas para um passeio prolongado pelo antigo complexo mineiro com recepção, na Lavaria, a um par de caminheiros.
A descida foi rápida com n de grupos que subiam e até um casal de Holandeses que procurava… o suspeito do costume .
Perto da fonte da Abilheira uma asa de lancheira partida no chão e já no alcatrão a confusão do costume.
Uma Super Bock na vila (não tinha bolinhos de bacalhau) e o habitual percurso de volta.
Venha lá a terceira arqueoqualquercoisa.
|
Etiquetas: Caminhadas 2010, Gerês, Minas dos Carris