Arquivo da Categoria ‘Poço Azul’
Sábado, 11 de Junho, 2011
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Até ao Poço Azul era já caminho conhecido.
Depois foi apenas seguir o trilho mais ou menos visível e marcado até à bifurcação no sopé do tal de Cutelo de Pias (que no início do vale parece mesmo a Rocalva).
A partir dai as indicações eram de subir da melhor maneira possível .
Pela direita do rio era algo que daria encontro com o trilho da Vezeira.
Pela esquerda era só mato. Agora talvez pense que fosse até o melhor trajecto pois a 1/4 da subida demos com umas mariolas que apontavam mesmo em direcção a esse lado).
Mas como só as vimos tarde demais apontou-se ao mais óbvio, trepar logo na direcção onde, aparentemente acaba o caminho que vem do vale.
Trepar talvez seja favor pois estes primeiros metros são obra. Devagar, devagarinho com um olho onde se coloca o pé e uma mão a agarrar o que seja possível para ajudar o equílibrio.
Logo após a parte inicial e mais difícil demos então com as mariolas que nos guiaram então até ao alto.
Depois azimute ao Prado da Rocalva, almoço e segunda parte da caminhada.
Aqui a ideia era tomar o trilho que parte por detrás da Roca Negra em direcção ao Arado e tentar descobrir algum tipo de acesso à Teixeira.
Seguindo facilmente as mariolas descemos então o vale por detrás da Roca Negra, passamos uma cabana que desconheço o nome, subimos e tomou-se o trilho bem delineado na encosta.
Mas atalhar para a Teixeira é que era no batalha.
Um pouco antes da Giesteira vimos umas mariolas na direcção que pretendíamos mas após uma ligeira incursão nada mais se avistava e voltámos atrás.
Descendo para a Giesteira mais uma mariolas no lado direito, mas as mesmas terminavam num abrigo natural de pedra ‘perfurado’ que depois de ‘atravessado’ parecia sem saída.
Voltámos novamente atrás e ala pelo percurso original.
Já no estradão conseguiu-se finalmente avistar os inícios da subida do Arado para a Teixeira mas como já vinhamos cansados e a subida para a Teixeira não é assim tão fácil decidiu-se voltar à base e ver como se estava a portar o novo nadador-salvador da piscina do Parque da Cerdeira .
E de outra ou de uma maneira, no Domingo haveria excursão de família já agendada á Teixeira.
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Sábado, 22 de Maio, 2010
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| O calor falou mais alto.
Com saída de um pouco acima da Ponte do Arado a vontade era de chegar cedo e evitar as horas de calor.
Com alguma batota cortando as curvas do estradão fomos passando pelas fontes, currais e locais indicados na carta.
Uma espreitadela à casa do Doutor, um olhar tentador à sua piscina, a descida para a Ponte das Servas e a primeira paragem no Curral, de 5 estrelas, de Pinhô.
Deixou-se então o estradão e toca a tomar o trilho que, ao longo do vale, nos levou ao destino.
E é qualquer coisa de especial a chegada ao tal de ‘Poço Azul’.
De água gelada e com trampolins naturais que permitem uns mergulhos ousados.
Depois do banho tempo para almoço, cavaqueira e sorna do costume.
A volta tentando seguir o trilho que, na carta, desce directamente para a Ponte das Servas.
O final no Arado já com alguns visitantes mas ainda asseado e os finos com amendoins já perto das Pontes.
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