22 de Maio, 2010 por Rebelo
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| O calor falou mais alto.
Com saída de um pouco acima da Ponte do Arado a vontade era de chegar cedo e evitar as horas de calor.
Com alguma batota cortando as curvas do estradão fomos passando pelas fontes, currais e locais indicados na carta.
Uma espreitadela à casa do Doutor, um olhar tentador à sua piscina, a descida para a Ponte das Servas e a primeira paragem no Curral, de 5 estrelas, de Pinhô.
Deixou-se então o estradão e toca a tomar o trilho que, ao longo do vale, nos levou ao destino.
E é qualquer coisa de especial a chegada ao tal de ‘Poço Azul’.
De água gelada e com trampolins naturais que permitem uns mergulhos ousados.
Depois do banho tempo para almoço, cavaqueira e sorna do costume.
A volta tentando seguir o trilho que, na carta, desce directamente para a Ponte das Servas.
O final no Arado já com alguns visitantes mas ainda asseado e os finos com amendoins já perto das Pontes.
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15 de Maio, 2010 por Rebelo
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| Trocou-se o carvalho pelo eucalipto, o granito pelo xisto.
Com partida do lugar da Azenha a tradicional subida, pelo Alto do Castelo, até à Capela de Santa Justa com o café ainda fechado.
Tentámos achar caminho para descer e atravessar a nacional mas acabámos por voltar e apreciar a paisagem fornecida pelo marco geodésico de Santa Justa.
Ai sim, descemos em corta mato e com olhar atento aos fojos que enchem a Serra de Valongo, atravessámos a nacional e subimos para o Sanatório de Valongo.
Abandonado e em ruínas há já bastante tempo é agora o QG do pessoal do paintball.
Dois dedos de conversa com os organizadores e de novo a descida até ao estradão que nos levou em direcção ao Ferreira.
Já quase nas Fragas do Diabo descortinamos um trilho que não aparece nas cartas e que nos levou, abruptamente, ao tasco de Couce que parece estar a ser remodelado.
Aproveitamos a mesa do mesmo para uma feijoada, sopa de pedra e café sem açúcar e os bancos para a sorna da ordem.
Depois foi só tomar o estradão, descer para Couce perto da ponte e seguir o já tradicional Corredor Ecológico até ao ponto de partida.
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30 de Abril, 2010 por Rebelo
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Só dava para sair do Porto pelas 22.00 mas não foi de hesitar.
O nome de arqueoexpedição soava a complicado mas aproveitamos o convite do ‘homem dos Carris’ e lá fomos subindo o respectivo vale.
E se a ideia (do inevitável homem das ideias) de desligar os frontais parecia divertida foi até bastante fácil fazer o percurso sem eles.
Pena o luar, que recortava os picos no início da Encosta do Sol, ter durado pouco.
Mas como a vontade de chegar e encontrar o pessoal com a ceia à nossa espera era muita, lá fomos.
Assim, com menos ou mais pontapé no mar de pedras que caracteriza o percurso nem o raio da chuva que apareceu lá pelas bandas do Cagarouço nos desanimou.
Surpresa foi a chegada aos Carris.
Da ceia nada. E o único barulho era o resfolegar dos garranos, invisíveis no meio do nevoeiro.
Tava tudo na sorna.
Já dizia o Tône, quando não os consegue vencer, junta-te a eles e vai dai foi um instante para montar ‘a barraca’ beber um chá quente e sonhar (ou seria ressonar?) com o novo dia.
E este nasceu de tenda aberta e acompanhado de umas torradas com manteiga e leite achocolatado quente. Um verdadeiro luxo.
Pena foi o de termos de voltar ainda no Sábado.
Não deu para participar nas actividades programadas. Deu apenas para um passeio prolongado pelo antigo complexo mineiro com recepção, na Lavaria, a um par de caminheiros.
A descida foi rápida com n de grupos que subiam e até um casal de Holandeses que procurava… o suspeito do costume .
Perto da fonte da Abilheira uma asa de lancheira partida no chão e já no alcatrão a confusão do costume.
Uma Super Bock na vila (não tinha bolinhos de bacalhau) e o habitual percurso de volta.
Venha lá a terceira arqueoqualquercoisa.
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